terça-feira, 7 de outubro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
* i n t e r l u d i o
[ dos *nós atravessados ]
. . .
"é a ordem natural das coisas..."
. . .
não.
perdoa-me, mas..
eu não faço parte de uma "ordem".
. . .
não.
perdoa-me, mas..
eu não faço parte de uma "ordem".
muito menos de uma "ordem natural".
a sério.
viver na noite lembra-me em muito a "sweet dreams" dos Eurythmics, sabes.
e observar os outros, ainda que, eu, em estado menos próprio
leva-me a questionar e a considerar a(s) procura(s) de cada um.
até a tua também.
disse eu outrora: "do fácil não reza a história"
por isso não me digas que "é a ordem natural das coisas"
não é.
e ainda que toda a gente procure alguma coisa
e não seja eu uma excepção:
não. não é disso que eu estou a procura.
you're getting me wrong.
all wrong.
e quando eu digo a sério, é mesmo a sério..
viver na noite lembra-me em muito a "sweet dreams" dos Eurythmics, sabes.
e observar os outros, ainda que, eu, em estado menos próprio
leva-me a questionar e a considerar a(s) procura(s) de cada um.
até a tua também.
disse eu outrora: "do fácil não reza a história"
por isso não me digas que "é a ordem natural das coisas"
não é.
e ainda que toda a gente procure alguma coisa
e não seja eu uma excepção:
não. não é disso que eu estou a procura.
you're getting me wrong.
all wrong.
[*não confundir nós com nós.]
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Fundo do mar
No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.
Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
No desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.
Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço.
Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.
Sophia de Mello Breyner Andresen
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
domingo, 7 de setembro de 2014
[interludio]
porque um coração é um coração, e um coração não pode ser de pedra,
daquilo que não vês, fica só o sentido.
unilateral.
sem remorsos. sem rancores. sem espinhas. sem medos. sem merdas.
nada.
nenhumas.
e se assim é, vamos ser sensatos: sem hipocrisias também.
[repito. sem merdas, ok?]
pra ti porque é teu.
simple as that.
é só isto.
[ ]
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
domingo, 31 de agosto de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
a Sara dizia-me no outro diz que os famosos morrem aos 3 de cada vez.
deixei no outro dia um post singelo, em jeito de homenagem ao Robbin Williams, com uma sentença do clube dos poetas mortos. entretanto morreu a Lauren Bacall e encontrei isto no social-virtual. fez-me lembrar que eu trouxe um plano.
diz ela:
"I’m not ashamed of what I am - of how I pass through this life. What I am has given me the strength to do it. At my lowest ebb I have never contemplated suicide. I value what is here too much. I have a contribution to make. I am not just taking up space in this life. I can add something to the lives I touch. I don’t like everything I know about myself, and I’ll never be satisfied, but nobody’s perfect. I’m not sure where the next years will take me - what they will hold - but I’m open to suggestions.”
― Lauren Bacall (September 16, 1924 – August 12, 2014)
fui.
sem medo.
voltei.
sem medo também.
da verdade, saberemos depois.
agora importa o agora.
a incerteza são reticências e pontos de interrogação
e não há nada melhor que um descampado para abrir um caminho.
podia ser mas não foi.
pode ser mas não é.
e amanhã?
espera-me. poderei ser.
abre os olhos que já é dia!
agora vou.
e fui.
[sem medo]
terça-feira, 12 de agosto de 2014
era uma armadilha não era?
diz-me.
era um teste?
lanças o veneno no ar, como quem põe perfume
semeias uma pequena ideia, sublime e etérea
e do lado de fora, vês-me cair.
[os homens são fáceis.]
mas ainda antes. volta atrás.
começou antes, quando ainda sóbria me falavas de "e se's"
não, não esqueci.
não estava distraído.
ouvi-te tão bem que sou capaz de soletrar todas as palavras
ainda que talvez me falhe um pouco a voz.
da armadilha
fui sem medo. voltarei a ir. se me for permitido.
mas agora todos os dias tenho esse "e se" aqui dentro.
esse e o outro.
mas venham mais três copos. ou dez.
e tiremos a história a limpo
era uma armadilha não era?
conta-me tudo não me escondas nada.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
»»»
it has to start somewhere
it has to start sometime
what better place than here
what better time than now?
terça-feira, 29 de julho de 2014
[ Ensaio Sobre o Tempo. ]
"Of course the sun won’t always be here to keep us warm. It, like all things, will die… "
Where the Wild Things Are (2009) dir. Spike Jonze
segunda-feira, 28 de julho de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
naquele dia em que mostrou as cartas, leu-me de forma breve e fugaz.
passaram quê, quinze anos? talvez mais? fui para casa em pânico.
tinha sido descoberto mas sobretudo, como podia ela saber?
ainda hoje esta história se escreve. ainda hoje lembro. relembro.
ainda hoje se escreve, e ainda hoje dou por mim a pensar: como é possível?
e o pior: o futuro.
uma história de capítulos perdidos.
lentamente a rotina muda.
deixar passar a letargia.
mas lembra-te Gonçalo: o plano.
o sentido escreve-o depois.
uma lista de verbos que acabam em IR
depois o resto.
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desapareceu.
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