“Where do the words go when we have said them?” - Margaret Atwood
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
a Sara dizia-me no outro diz que os famosos morrem aos 3 de cada vez.
deixei no outro dia um post singelo, em jeito de homenagem ao Robbin Williams, com uma sentença do clube dos poetas mortos. entretanto morreu a Lauren Bacall e encontrei isto no social-virtual. fez-me lembrar que eu trouxe um plano.
diz ela:
"I’m not ashamed of what I am - of how I pass through this life. What I am has given me the strength to do it. At my lowest ebb I have never contemplated suicide. I value what is here too much. I have a contribution to make. I am not just taking up space in this life. I can add something to the lives I touch. I don’t like everything I know about myself, and I’ll never be satisfied, but nobody’s perfect. I’m not sure where the next years will take me - what they will hold - but I’m open to suggestions.”
― Lauren Bacall (September 16, 1924 – August 12, 2014)
fui.
sem medo.
voltei.
sem medo também.
da verdade, saberemos depois.
agora importa o agora.
a incerteza são reticências e pontos de interrogação
e não há nada melhor que um descampado para abrir um caminho.
podia ser mas não foi.
pode ser mas não é.
e amanhã?
espera-me. poderei ser.
abre os olhos que já é dia!
agora vou.
e fui.
[sem medo]
terça-feira, 12 de agosto de 2014
era uma armadilha não era?
diz-me.
era um teste?
lanças o veneno no ar, como quem põe perfume
semeias uma pequena ideia, sublime e etérea
e do lado de fora, vês-me cair.
[os homens são fáceis.]
mas ainda antes. volta atrás.
começou antes, quando ainda sóbria me falavas de "e se's"
não, não esqueci.
não estava distraído.
ouvi-te tão bem que sou capaz de soletrar todas as palavras
ainda que talvez me falhe um pouco a voz.
da armadilha
fui sem medo. voltarei a ir. se me for permitido.
mas agora todos os dias tenho esse "e se" aqui dentro.
esse e o outro.
mas venham mais três copos. ou dez.
e tiremos a história a limpo
era uma armadilha não era?
conta-me tudo não me escondas nada.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
»»»
it has to start somewhere
it has to start sometime
what better place than here
what better time than now?
terça-feira, 29 de julho de 2014
[ Ensaio Sobre o Tempo. ]
"Of course the sun won’t always be here to keep us warm. It, like all things, will die… "
Where the Wild Things Are (2009) dir. Spike Jonze
segunda-feira, 28 de julho de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
naquele dia em que mostrou as cartas, leu-me de forma breve e fugaz.
passaram quê, quinze anos? talvez mais? fui para casa em pânico.
tinha sido descoberto mas sobretudo, como podia ela saber?
ainda hoje esta história se escreve. ainda hoje lembro. relembro.
ainda hoje se escreve, e ainda hoje dou por mim a pensar: como é possível?
e o pior: o futuro.
uma história de capítulos perdidos.
lentamente a rotina muda.
deixar passar a letargia.
mas lembra-te Gonçalo: o plano.
o sentido escreve-o depois.
uma lista de verbos que acabam em IR
depois o resto.
______________________________________
desapareceu.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
»»»
“If your ideas are bigger than the town you’re in, you’ve got to get out of there.”
| — |
Brian Fallon
|
© Wasted Rita
terça-feira, 22 de julho de 2014
pequena pausa para publicidade:
THINGS THAT MAKE ME REALLY PROUD
o meu trabalho "DER BLAUE REITER" seguiu ontem para Braga para integrar a próxima exposição da shair, a inaugurar no inicio de Agosto.
Enquanto isso, o mesmo está disponivel para leilão no site do projecto através do seguinte link:
show me some love.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
~//-
“A short story is a different thing all together - a short story is like a kiss in the dark from a stranger.”
| — | Stephen King, Skeleton Crew |
segunda-feira, 14 de julho de 2014
[ auto retrato sob niilismo ]
era criança.
o meu primeiro ataque de pânico foi precisamente quando me coloquei esta questão.
agravou-se um pouco mais quando instantes depois me pus a pensar
"o que é esse nada para onde vamos quando morremos?"
quarta-feira, 9 de julho de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
encontrei-te sem querer.
não é dificil, dadas as circunstâncias.
o teu nome continua gravado em todo o lado, em tanta coisa.
é dificil olhar "a tua imagem", sobretudo quando ela já vai longe, confesso
olho estas peliculas com mais de um ano, esquecidas, perdidas
encontro-te. olho-te. pergunto-me:
quem és tu agora?
a melhor parte: até na sequência da pelicula desvaneces gradualmente até te tornares nada.
[ ]
quem te viu e quem te vê.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
[ ]
celebrar um "throwback thursday" a digitalizar peliculas perdidas do ano passado.
© cabo da roca, 2013
quarta-feira, 2 de julho de 2014
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