
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
“The world doesn’t just disappear when you close your eyes.”
Memento |
segunda-feira, 30 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
"A man can convince anyone he's somebody else, but never himself."
Verbal Kint
A tirar partido dos ares do Algarve. Portimão. Sábado 28 e Quinta dia 2.
terça-feira, 17 de julho de 2012
todos os convites sempre foram tiros no pé.
quando penso nisso relembro aquele texto de mesa de cabeceira do G.M.Tavares a partir do Novalis.
podia ser diferente desta vez, mas eu sempre tive tendência para a utopia.
sonhar alto e impossível.
entrar pelos teus olhos dentro.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
domingo, 15 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Repara: sem vento, as folhas
são como o sono apenas.
Corpos ao relento,
que da morte se esquecem.
Albano Martins
segunda-feira, 9 de julho de 2012

pequenas dissertações sobre o partir, o ir e o deixar. sobre mágoas e pequenos orgulhos.
e ainda sobre os erros.
mas não confundas, aquele ali sou eu.
sou eu quem vai. quem fecha. este é o meu silêncio e a minha hipocrisia.
se para bom entendedor meia palavra basta, como diria o Paulo Anes: para mau entendedor todas as palavras são bostas.
domingo, 8 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012

Está a fazer um ano não tarda. Quero agradecer a todos vós, que têm feito de mim uma melhor pessoa.
Não preciso mencionar nomes. Vocês sabem quem são <3.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Na próxima Quinta Feira, 5 de Julho de 2012, Gonçalo Incendiàrio assume o comando dos decks da nave Europa, estacionada no Cais do Sodré, em Lisboa, em conjunto com a dupla de Setúbal, Radius. A entrada é livre até às 2h, quem chegar primeiro tem surpresas à espera.
durante a noite terei uma remessa limitade de zines Frºda-a-Berta Vol3 em promoção com 50% desconto.
Apareçam, espalhem amor, digam olá. O karma compensa sempre os que praticam as boas acções.
este é um post sobre o adeus. é um post sobre sair. sobre voltar. sobre deixar.
a saudade.
quero agradecer todos os abraços, todos os cafés, todas as partilhas.
prometo voltar.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
“Character, like a photograph, develops in darkness.”
| Yousuf Karsh |
segunda-feira, 18 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
a Catarina Câmara Pereira falou-me um dia em 2003 sobre os acidentes. disse-me que foi por acidente que um dia um pasteleiro descobriu a massa folhada, disse-me que é dos acidentes que nascem as descobertas, que os acidentes são os pontos de viragem, as rupturas, o "erro". relembro isto e aquela frase do Beckett sobre o "falhar".
estava longe de imaginar a dimensão de tal sentença.
sábado, 16 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Mãe, ganhei outro óscar, mas agora vou dormir. Sim, desculpa. Preciso que o sono venha para que me acorde o cérebro antes que me torne um qualquer ser inanimado.
Amanhã ou o mais tardar na segunda dou-te um abraço, tu retribuís-me com um beijo. Não desconfias que é a ti que devo tudo, mas um dia, quando estiver lá longe, estarei a escrever-te cartas que espero ainda consigas ler, a dizer-te o quanto te devo aquilo em que me tornei e o orgulho que tenho nisso.
Com amor.
Beijo.
G.
sábado, 9 de junho de 2012
O Forrest dizia que a vida é como uma caixa de chocolates. E enquanto como um com aroma particularmente agradável, penso nestas coisas. Em todas as apostas que teria perdido em duas semanas. Em todas as surpresas. Em todas as chapadas de luva branca que levei em tão pouco tempo. Em todas as promessas que não se cumpriram. Em todas as pancadinhas nas costas. Em todas as verdades irrefutáveis que se desvaneceram. Em todas as ilusões.
O que me move neste mundo são as pessoas. E as que me rodeiam não me percebem quando lhes digo que pretendo partir. É verdade que se diz que por norma depositamos esperanças nos desconhecidos porque esses ainda não tiveram oportunidade de nos desiludir. Mais tarde ou mais cedo acabarão por fazê-lo, certo, mas o que é que se faz com aqueles que entretanto já o fizeram?
O Sr. Carlos, que deus o tenha, se existir, dizia-me quando eu tinha os meus 11 anos:
"Gonçalo, os amigos desta vida, aqueles, os verdadeiros amigos, e a contar com a família, contam-se pelos dedos de uma mão, e dessa mão, ainda têm que sobrar dedos."
E é preciso que quebres os dentes no asfalto para os encontrar. Tarefa mais ou menos regular para tipos como eu.
Um bilhete de ida não vai trazer quantidade, nem qualidade, não vai trazer nada. Apenas a certeza de quem és. O Eu define-se de duas formas, de tão opostas que são que até parece que andam de mão dada. E em qualquer dos casos, partir é um abraço de ambas.
(Deixaremos as páginas do diário e voltaremos ao trabalho regular em breve, prometo.)
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