We sometimes encounter people, even perfect strangers, who begin to interest us at first sight, somehow suddenly, all at once, before a word has been spoken." - Fiódor Dostoiévski
quarta-feira, 15 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
o ensinamento essencial para a vida, o único que importa reter,
e que ainda hoje tem serventia, muito antes de entrares
para a primeira classe e contraíres um surto de piolhos,
extraíste da calorosa voz da tua mãe
Não aceites nada de estranhos
Foi então que aprendeste o medo
Bruno Sousa Vilar in A Sul de Nenhum Norte - AQUI

©acoldzero
canetas de ponta fina e lápis de grafite sobre papel. edição digital.
uma encomenda da R.N.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
*EDIT
Consta que por motivos de força maior que se prendem com o facto de as paredes dos edificios estarem a ameaçar dar-lhes o tréque-mestre, as noites no Europa estão a modos que suspensas... fica sem efeito a data de 9 de Junho.
Mais noticias quando eventualmente elas me forem transmitidas.
Obrigado pela vossa compreensão
sexta-feira, 29 de abril de 2011
"When I was a little kid,
my mother told me not to stare into the sun.
So once, when I was six, I did.
The doctors didn't know if my eyes would ever heal.
I was terrified,
alone in that darkness.
Slowly,
daylight crept in through the bandages
and I could see.
But something else had changed inside me.
That day I had my first headache."
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Sometimes I just want to be invisble

♫Radiohead - How To Disappear Completly
quarta-feira, 27 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Tenho um pequeno ciclone de fagulhas dentro dos olhos. Cintilam no escuro ofuscando a percepção de ti como que pirilampos no jardim botânico naquela noite que nunca passámos juntos. Arde-me a vista de te tentar focar neste meu pequeno e isolado mundo, e a cada instante que passa, a certeza maior de que não nos pertencemos. Fugimos no silêncio frio ao toque da cumplicidade e escondemo-nos como que gatos malhados de rua debaixo dos carros estacionados à porta do supermercado, à espera que uma mão estranha nos venha trazer comida, mas nunca damos mão. Engendramos um desses golpes estratégicos e interesseiros, de quem tem medo que lhe agarrem, porque apesar da profunda carência, não conseguimos evitar ser ariscos.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011

©acoldzero | ♫Nuage - Diaries Of The World Exchange
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Acupunctura das feras
1.
Temos o medo.
Ele amanhece connosco.
A vontade é não ter braços para o receber,
Antes afastar o eco de tudo o que está dentro.
Lembramos em defesa o sabor da fruta,
nesse tempo em que os morangos eram ainda pequenos
e as ameixas na árvore se dividiam em inconfundíveis cores,
duas apenas.
(continua)
João Villalobos (retirado de 'A Sul De Nenhum Norte', AQUI)

©Jeff Bark
domingo, 3 de abril de 2011
cá está, tal como tinha avisado. batidas profundas, ambientes misteriosos, melodias etéreas e muita introspecção numa viagem de 50 minutos com o apoio da Syndicate. espero que gostem.
ps- o feedback também é benvindo. não sejam timidos.

quarta-feira, 30 de março de 2011
das duas uma, ou comprimido para a depressão ou xanax com whisky. brevemente, by me, com o selo da Syndicate.
beware!

domingo, 27 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
" (...) porque deus dá pequenos diabos a quem não tem santos. (...) "
vhm
quinta-feira, 3 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
"Ofereço-te ruas estreitas, poentes desesperados, a lua dos subúrbios miseráveis. (...) estou a tentar subornar-te com a incerteza, com o perigo, com a derrota."
Borges
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Chuva
Embora lave o medo que há do fim,
A chuva apaga o fogo que há em mim.
Oiço a voz de quem me quer tão bem,
E fico a ver se a chuva a ouvirá também.
Embora lave o medo que há do fim,
A chuva apaga o fogo que há em mim.
Oiço a voz de quem me quer tão bem,
E fico a ver se a chuva a ouvirá também.
Ornatos Violeta
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