sexta-feira, 10 de junho de 2011




o ensinamento essencial para a vida, o único que importa reter, 
e que ainda hoje tem serventia, muito antes de entrares 
para a primeira classe e contraíres um surto de piolhos, 
extraíste da calorosa voz da tua mãe 

Não aceites nada de estranhos 

Foi então que aprendeste o medo






Bruno Sousa Vilar in A Sul de Nenhum Norte - AQUI



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©acoldzero

canetas de ponta fina e lápis de grafite sobre papel. edição digital.
uma encomenda da R.N.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

*EDIT

Serve a presente nota para informar que no próximo dia 9 de Junho estarei de regresso à cabine do clube Europa para girar uns discos. Desta vez estarei acompanhado pelo Pix_L e pelo Setup. Mais uma vez, estão todos convidados. A entrada é livre até às 2h da manhã. Se forem calões pagam 5€ que se lixam!


Para comemorar deixo aqui uma mix que fiz em 2009. Aproveitem que o download é gratuito. Desta vez sou eu que patrocino. E não sejam timidos deixem comentários. Mesmo aqueles a dizer que eu sou uma pessoa horrivel e que devia passar musica de jeito! Não se acanhem! :)









Consta que por motivos de força maior que se prendem com o facto de as paredes dos edificios estarem a ameaçar dar-lhes o tréque-mestre, as noites no Europa estão a modos que suspensas... fica sem efeito a data de 9 de Junho.
Mais noticias quando eventualmente elas me forem transmitidas.
Obrigado pela vossa compreensão



sexta-feira, 29 de abril de 2011



"When I was a little kid,
my mother told me not to stare into the sun.
So once, when I was six, I did.
The doctors didn't know if my eyes would ever heal.
I was terrified,
alone in that darkness.
Slowly,
daylight crept in through the bandages
and I could see.
But something else had changed inside me.

That day I had my first headache."



quinta-feira, 28 de abril de 2011









Sometimes I just want to be invisble




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♫Radiohead - How To Disappear Completly


sábado, 23 de abril de 2011



Tenho um pequeno ciclone de fagulhas dentro dos olhos. Cintilam no escuro ofuscando a percepção de ti como que pirilampos no jardim botânico naquela noite que nunca passámos juntos. Arde-me a vista de te tentar focar neste meu pequeno e isolado mundo, e a cada instante que passa, a certeza maior de que não nos pertencemos. Fugimos no silêncio frio ao toque da cumplicidade e escondemo-nos como que gatos malhados de rua debaixo dos carros estacionados à porta do supermercado, à espera que uma mão estranha nos venha trazer comida, mas nunca damos mão. Engendramos um desses golpes estratégicos e interesseiros, de quem tem medo que lhe agarrem, porque apesar da profunda carência, não conseguimos evitar ser ariscos. 








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quarta-feira, 13 de abril de 2011

quarta-feira, 6 de abril de 2011




Acupunctura das feras 


1. 
Temos o medo. 
Ele amanhece connosco. 
A vontade é não ter braços para o receber, 
Antes afastar o eco de tudo o que está dentro. 
Lembramos em defesa o sabor da fruta,  
nesse tempo em que os morangos eram ainda pequenos 
e as ameixas na árvore se dividiam em inconfundíveis cores, 
duas apenas. 

(continua)


João Villalobos (retirado de 'A Sul De Nenhum Norte', AQUI)








jeff bark
©Jeff Bark


domingo, 3 de abril de 2011



cá está, tal como tinha avisado. batidas profundas, ambientes misteriosos, melodias etéreas e muita introspecção numa viagem de 50 minutos com o apoio da Syndicate. espero que gostem.
ps- o feedback também é benvindo. não sejam timidos.



quarta-feira, 30 de março de 2011

das duas uma, ou comprimido para a depressão ou xanax com whisky. brevemente, by me, com o selo da Syndicate
beware!


syndicate tees!! (www.we-talk-about.com )

sexta-feira, 4 de março de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

domingo, 20 de fevereiro de 2011





‎"Ofereço-te ruas estreitas, poentes desesperados, a lua dos subúrbios miseráveis. (...) estou a tentar subornar-te com a incerteza, com o perigo, com a derrota." 


Borges

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Chuva

Embora lave o medo que há do fim,
A chuva apaga o fogo que há em mim.
Oiço a voz de quem me quer tão bem,
E fico a ver se a chuva a ouvirá também.
Ornatos Violeta